Bem, esse blog era para ser de moda. e foi por um tempo, mas agora será um blog pessoal.
Bem, recomeço. Eu cresci numa educação adventista e nunca fui fã de partilhar isso. Na infância até que era divertido. Todos tentavam, ao meu vê, se entrosar. Nessa época temos amigos mais de brincadeira, de amizade infantil. Só que eu frequentava uma igreja e fui para outra e perdi contado dessa gente. Eu fiquei até os seis anos, aí na nova fiquei até dezessete. Vou usar a classificação etária do sistema adventista nesse início.
Nos primários, rolava muita pintura, brincadeira e tal. Mas os relacionamentos eram meio solto, sem muita fidelidade. Eu vivia em uma panelinha que na época não tinha visão de futuro no que falava, era muita putaria. Saber de sexo era o auge. Falar então, a gente só não fazia nem entre nós. Falar de religião era muito paia e tradicional. Estávamos imersos naquilo.
Já nos juvenis, a panelinha se desfez em parte ou se desfez mesmo. Não recordo muito bem, mas já estávamos falando menos uns com os outros. Eu, particularmente, tava mais na minha e tinha um super amigo. Formos amigos até o final da classe dos adolescentes. Bem, nessa duas etárias, já não se falava tanto de sexo, falávamos mais das coisas que aconteciam particularmente em nossa vida ou fofoca. E outra, começou a se vê quem era amigo de quem. Não rolava muita falsidade, só com os novatos que apareciam, uns nem com todos. E tinha joguinho de interesse e de amor. Se é que era amor.
Já quando fui para a classe dos jovens, tivemos que mudar de igreja. A transferência foi para Aceam. Aceitaram. Fiquei um ou dois anos e voltei para a igreja adventista da minha infância.
